"Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar." (Machado de Assis)
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
SER ADULTO - ARNALDO JABOR
Viajei, fui para São Vicente e curti bastante. Saí, saltei ondas maiores que eu, subi de teleférico, dancei e vi pôr do sol. Ao voltar para São Paulo, fui ao cinema, revi amigos que há muito tempo não via. Dei-me o direito de ser novamente.
Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
¡FELIZ AÑO NUEVO!

Un año más
En la Puerta del Sol
como el año que fue
otra vez el champagne
y la uvas y el alquitrán,
de alfombra están.
Los petardos que borran sonidos de ayer
y acaloran el ánimo para aceptar que ya
pasó uno más.
Y en el reloj de antaño
como de año en año
cinco minutos más para la cuenta atrás.
Hacemos el balance de lo bueno y malo
cinco minutos antes de la cuenta atrás.
Marineros, soldados, solteros, casados, amantes, andantes
y alguno que otro cura despistao.
Entre gritos y pitos los españolitos enormes,
bajitos hacemos por una vez algo a la vez.
Y en el reloj de antaño como de año en año
cinco minutos más para la cuenta atrás.
Hacemos el balance de lo bueno y malo
cinco minutos antes de la cuenta atrás.
Y aunque para las uvas hay algunos nuevos
a los que ya no están echaremos de menos
y a ver si espabilamos los que estamos vivos
y en el año que viene nos reímos.
1,2,3 y 4 y empieza otra vez
que la quinta es la una
y la sexta es la dos y así el siete es tres.
Y decimos adiós y pedimos a Dios
que en el año que viene a ver si en vez de un millón
pueden ser dos.
En la Puerta del Sol
como el año que fue
otra vez el champagne
y las uvas y el alquitrán
de alfombra están.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
VIVIR SIN AIRE - MANÁ
Vivir Sin Aire
Maná
Cómo quisiera poder vivir sin aire
Cómo quisiera poder vivir sin agua
Me encantaría quererte un poco menos.
Cómo quisiera poder vivir sin ti.
Pero no puedo, siento que muero,
me estoy ahogando sin tu amor.
Cómo quisiera poder vivir sin aire.
Cómo quisiera calmar mi aflicción.
Cómo quisiera poder vivir sin agua.
Me encantaría robar tu corazón.
¿Cómo pudiera un pez nadar sin agua?
¿Cómo pudiera un ave volar sin alas?
¿Cómo pudiera la flor crecer sin tierra?
Cómo quisiera poder vivir sin ti.
Pero no puedo, siento que muero,
me estoy ahogando sin tu amor.
Cómo quisiera...
Cómo quisiera lanzarte al olvido
Cómo quisiera guardarte en un cajón
Cómo quisiera borrarte de un soplido
Me encantaría matar esta canción.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
"FANATISMO", DE FLORBELA ESPANCA - SIMPLESMENTE MARAVILHOSO!
Florbela Espanca (1894-1930) foi uma poetisa portuguesa das mais brilhantes. Segundo nos relatam os estudiosos, não pertenceu propriamente ao auge do período Simbolista português, porém possuía, sim, idéias simbolistas.
O poema que transcrevo aqui é um dos mais lindos (claro, em minha humilde opinião!!) já escritos por ela que, antes de ser poetisa, revelava-se mulher. Palavras divinas que também foram magistralmente interpretadas por Fagner, na canção "Fanatismo".
Não vejo nada assim enlouquecida...
"Tudo no mundo é frágil, tudo passa..."
E, olhos postos em ti, digo de rastros:
Algumas informações foram retiradas do site: http://www.secrel.com.br/jpoesia/flor.html#desejos
Imagem: Rose Canazzaro - "Desejos e Delírios"
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
SAUDADE, SEGUNDO MIGUEL FALABELLA...

Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzbier; se ela continua preferindo Margarita; se ela continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ela continua cantando tão bem; se ela continua detestando o Mc Donald's. Se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
Não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
domingo, 14 de dezembro de 2008
WILLIAM SHAKESPEARE JÁ SABIA... SERÁ QUE VOU APRENDER MESMO?

sexta-feira, 28 de novembro de 2008
TENGO QUE APRENDER A SER MÁS SENCILLA...



EL CAZADOR DE RAÍCES

Se titula "El cazador de raíces".
Y creceré mientras crece la vida:
soy joven con la juventud del agua,
soy lento como la lentitud del tiempo,
soy puro como la pureza del aire,
oscuro como el vino de la noche
y sólo estaré inmóvil cuando sea
tan mineral que no vea ni escuche,
ni participe en lo que nace y crece.
Cuando escogí la selva
para aprender a ser,
hoja por hoja,
extendí mis lecciones
y aprendí a ser raíz, barro profundo,
tierra callada, noche cristalina,

domingo, 16 de novembro de 2008
E DÁ-LHE ROUPA NOVA, OUTRA VEZ, NO CREDICARDHALL, NO DIA 14.11.2008!!!
MARAVILHOSO como o anterior!
Pude ficar mais tempo próxima ao palco. Foi demais!!!
Os meninos estavam mais alegres. Também pudera, depois da viagem que fizeram para Londres!!!
Cantaram duas músicas novas do Cd "4U".
Além de tudo isso, acabei conhecendo mais uma amiga: a Inez.
Foi também gostoso por contar com as companhias da Deise e da Nanci.




sábado, 1 de novembro de 2008
AS ROSAS NÃO FALAM...
CARTOLA
Composição: Cartola
Bate outra vez
PRECISO ME ENCONTRAR...
Marisa Monte
Deixe-me ir
DANÇA DA SOLIDÃO - MARISA MONTE
Marisa Monte
Composição: Paulinho da Viola
Solidão é lava
terça-feira, 21 de outubro de 2008
"MAMMA MIA"

sábado, 11 de outubro de 2008
DESCOBRI QUE TE AMO DEMAIS...
Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade!...
Prá ganhar teu amor fiz mandinga
Fui a ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o seu coração fiz zueira...
Fui a beira do rio e você
Com uma ceia com pão
Vinho e flor
Uma luz prá guiar
sua estrada
A entrega perfeita do amor
Verdade!...
Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade!
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração
E a minha paixão adormecida...
Meu amor, meu amor, incendeia
Nossa cama parece uma teia
Teu olhar uma luz que clareia
Meu caminho tal qual, lua cheia...
Eu nem posso pensar te perder
Ai de mim esse amor terminar
Sem você minha felicidade
Morreria de tanto penar
Verdade!...
Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade!
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração
E a minha paixão adormecida...
Prá ganhar teu amor fiz mandinga
Fui a ginga de um bom capoeira
Dei rasteira na sua emoção
Com o seu coração fiz zueira...
Fui a beira do rio e você
Com uma ceia com pão
Vinho e flor
Uma luz prá guiar sua estrada
A entrega perfeita do amor
Verdade!...
Descobri que te amo demais
Descobri em você minha paz
Descobri sem querer a vida
Verdade!
Como negar essa linda emoção
Que tanto bem fez pro meu coração
E a minha paixão adormecida...
Descobri que te amo demais!
domingo, 14 de setembro de 2008
"DIOSA CORONADA"

DIOSA CORONADA
terça-feira, 2 de setembro de 2008
SOL DE PRIMAVERA
Muitas águas rolaram em agosto... O meu agosto, com muito gosto!!!
Completei 41 anos... Maravilha!!!!
Hoje me sinto muito bem... bem-quista!
Desencontros... Encontros...
ESTOU FELIZ!!!!
Flávio Venturini
Composição: Beto Guedes e Ronaldo Bastos
Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez...
Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar...
Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer...
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender
Aprender...
Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha trazer...
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender
Aprender...







